CRM X ERP: O que é prioridade? Vendas ou processos?

Por Susana Batimarchi:

Em um mundo cada vez mais digital, ferramentas de CRM (Customes Relationship Management) e ERP (Enterprise Resource fundo1Planning) são cada vez mais importantes – e até indispensáveis – para grandes empresas, mas também para as organizações de médio e pequeno portes. No entanto, na busca por soluções para melhorar seus processos, muitas vezes, as PMEs podem confundir as funções dos dois sistemas, que possuem, na verdade, objetivos bem distintos. A má utilização das ferramentas pode acarretar aumento nos custos das companhias, quando o objetivo, na verdade, é otimizar recursos e ajudar na redução de gastos.

O software de CRM pode ser um grande aliado das pequenas empresas que pretendem criar relacionamentos melhores com seus clientes para crescer. Ele é uma ferramenta que auxilia na gestão das vendas, no relacionamento com os clientes e facilita a gestão comercial.

Entre os benefícios estão a organização da área de vendas, registro de todas as oportunidades de negócios, otimização do tempo dos vendedores, aumento da capacidade de volume de negócios, melhoria da performance comercial, melhoria na gestão de equipes, eliminação de planilhas e blocos de anotações, redução dos custos de gestão, dados estratégicos para ações de vendas e marketing, definição do processo comercial e criação de melhores relacionamentos com os clientes.

Ele deve ser utilizado por empresas que estão perdendo oportunidades de negócios ou não estão aproveitando as informações dos clientes para impulsionar as vendas. Ou seja, um bom software pode ser um aliado na hora de gerenciar todos os pontos de contato com o cliente, o seu perfil e prever comportamentos e necessidades.

A plataforma Plug CRM, voltada principalmente para as PMEs, é uma opção para as empresas organizarem seus dados, o que dificilmente seria feito de forma manual. “Somos um software completo o bastante para ser comparado a grandes sistemas. Mas, ao mesmo tempo, somos simples o suficiente para sermos confundidos com uma rede social”, diz Luis Lourenço, CEO da Plug CRM, que disponibiliza uma ferramenta barata e que possui uma versão mobile.

Já o ERP é um sistema de gestão desenvolvido para integrar diversos departamentos de uma empresa, independente de seu tamanho, incluindo as pequenas empresas. Ele pode ser utilizado para integrar diversos departamentos, possibilitando automação, acompanhamento em tempo real e armazenamento de todas as atividades dos negócios. Com isso, a ferramenta pode ser aplicada, por exemplo, em gestão de compras, financeira, recursos humanos, projeto, contratos e de produção.

O ERP pode ser um grande aliado para PMEs, pois auxiliam no melhor gerenciamento de processos, o que gera redução de custos, algo muito importante, principalmente, para empresas em expansão. Existem diversos tipos de ERPs, dos mais simples, como o Conta Azul, que é um software online para pequenos negócios, quanto, por exemplo, o W3ERP, da Linkcom, que é mais robusto e, além de fazer a gestão financeira, possibilita a gestão de outros recursos, como estoque, pessoas e centros de custos.

No caso do software W3ERP, que está no mercado há mais de 15 anos, por exemplo, as empresas possuem total controle sobre os centros de custos de projetos, equipes e departamentos. Ou seja, você consegue gerenciar a área financeira com total domínio sobre suas contas a receber e contas a pagar.

É comum ver ERPs com módulos CRM. Mas uma pergunta frequente é: por que contratar um CRM separado, se alguns ERPs já possuem essa função? A resposta é simples: depende do foco de cada atividade.  As funções de CRM nas plataformas de ERP costumam ser básicas, justamente para evoluir a gestão financeira, principal foco.

Logo, empresas que desejam explorar mais o potencial dos clientes, o relacionamento e traçar estratégias para converter mais vendas devem preferir os CRMs, como o  Plug, que, além de ser mais simples e flexível, possui funcionalidades e ferramentas para os gerentes comerciais acompanharem as métricas de vendas com inteligência. Ele também permite que os vendedores trabalhem com mais negócios ao mesmo tempo. Assim, além de diminuir custos e melhorar desempenho, os executivos vendem mais, o gerente comercial controla tudo e, por fim, os clientes ficam mais satisfeitos para comprar mais vezes.

 

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